sábado, 29 de novembro de 2008

Soneto da Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre,e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes

sexta-feira, 28 de novembro de 2008





























Adoro tudo isso!

Estou em fase de êxtase, estou tão feliz...acordar e lembrar que alguém gosta da gente é esplêndido. Andar de mãos dadas, dançar sem música, dar risadas bobas, ver filme juntinho, dormir juntinho, acordar com beijos, beijar, beijar, amar, amar. Quero que isso continue!
Adoroooo-te

Doce amor

"Doce amor da juventude, me perdoa, porque as correntezas de paixões me carregam de um lado para o outro. Neste momento eu devo me entregar, sem tentar entender o que acontece em meu coração”.